domingo, 14 de fevereiro de 2010

DESEJO DE AMAR

Desejo de amar


Oh! Frágil, malígno,

e volúvel sentimento.

Oh! Inebriante desejo de amar,

Faça voltar a serenidade

da razão.


Agora, exausta, descansa o corpo,

que antes inquieto,

rolava junto ao seu.


Teu perfil é sóbrio,

Viveste com a simplicidade,

E agoniza esgotado,

Pelo ato de amar.

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