domingo, 14 de fevereiro de 2010

SEGREDO

Segredo


Que amor é este
Que sufoca o meu peito
Na espera de ternura,
Palavras carinhosas
Ou insistentes olhares.

Cuidadosa ...
Não retribuo
E nem lhe devolvo
A inquietude eminente.

Minha vida é solitária,
Mas radiosa.
Eu comercio sonhos,
Acumulo ternura,
E penso sempre em ti,
Mas ...
Aprendi também esquecer
À quem me era indiferente,
E amar cada vez mais,
Os que tanto me amaram.

Sempre respeitei os
Amargos encontros,
E os doces desencontros.

Dentro do meu ser
Há segredos que se
Fundiram numa
Alma liberta.

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